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Mostrando postagens de julho, 2011

Sentimentos e Sangue

Sinto algo em mim como sinto o sangue de minhas veias a correr por meu corpo, Sinto algo que mim envolve, em hora sinto em outra hora sinto um tanto mais. E quando toco tuas mãos, e com meus lábios peço perdão, sinto esse sentimento maior. Com todas as brigas, sinto que a cada dia mim torno inseparável de ti. E hoje, sinto mais! Sinto mais vontade de festejar... Mais vontade de brindar... Mais vontade... Mais desejo de te amar... De te dizer desse sentimento... E mesmo que não haja mais sentimento em meu coração, nem sangue em minhas veias, sei que vou te amar... Pois cada saída sua, Cada vez que bate a porta, Mim sinto mais alienada a esse amor. Esse amor que transborda em mim, na alegria e na tristeza que sinto que muitas vezes também sentes. E como amigas, confidentes, parte de mim és tu. Compartilhamos de tantas coisas, coisas que se sabem capazes são de nos matar, kkk Mais não há problemas a que te faças preocupações, pois ainda que nos matem sei que vou te ama...

Dança de Novo?

O que pensar daqueles dias? Onde tudo eram flores, eram cores, eram amores...? O que pensar daquela noite, onde todas as luzes de repente se apagaram... Onde o cenário poético ficou para trás, Onde o vento frio vinha encostar-me, Onde a volta para casa não era mais suave? O que pensar se tudo foi tão de pressa, se não tivemos tempo de agir, ou de fugir, ou reagir.. E o impacto enfureceu dentro de mim, e as ondas não tocavam mais a praia. O que pensar? O que pensar... se tudo que tínhamos foram-se com o vento, e se a maré levou  sem deixar restos. O que pensar ? O que pensar de mim, deixada por acaso naquele chão,  O que pensar dela que vagava em volta do coração exposto em minhas mãos? E quando o vento soprou novamente, o que pensou ? O que pensou tua mente ao ver-me regenerar, levantar das cinzas e andar... ? E cantar, e cantar, e cantar...  Foi o que fiz, o que pensou do que fiz? Repito o que pensou do que viu? Viu que uma  mão suavemente ...

Bem se quer

Elevou-me ao alto, com tuas belas palavras, suas mãos que não toquei, seu olhar que não enxerguei. Conheço-te por olhar apertado, desprovido de tamanho ou largura, belo como for. Lindo. Moreno ou mulato sei lá. Há sim um tempo pra te olhar, E farei. Observar-te-ei de lá, do caminho oculto e secreto, das esquinas desse coração, desse habitat, pequeno e hóspito. E mim sentarei junto de ti, onde me levares, contigo irei, no pensamento ou como for. Observar-te- ei por longos tempos, falarei besteiras quase sempre, e aproveite-te de me quando surgir aqui de dentro as mais belas palavras dos mais puros pensamentos, e quando aqui estiver que teu tempo seja tanto meu quanto teu. E o meu como faço, seja a ti dedicado como o amor que quero... E a ti re-quero, e de novo quero, e sempre vou querer, Porque quando se quer, o ato do querer vive, e como a ti viverei por a ti querer.

Quam impetro

Quem sou eu? Onde mim encaixou em seu coração? Passou-se muito tempo e nada senti se não um vazio. Tudo que em meus ouvidos adentravam, saíam, sem emoção fugiam. Muitas vezes questionava-me buscando respostas pras perguntas mais loucas e descabidas. Tão pouco achei. Outrora fazia o que agradava meu ser, massageava com mãos macias e suaves meu ego, E vem você de repente dando a continuar tais atos. Quem está ai? Nesse mundo oculto, fechado, pouco revelado? Quem vive ai, nesse apertado coração? Que voz mim fala, a ponto de mudar minha opinião? Que olhos mim vê? Em que face é retratada? Onde andou? Como foi? Com quem caminhou? Isso não mim importa, coisas do passado... Mais como chegou até aqui? - Meu mistério revelado, te observava calado. Que dizes tu, se não o oculto? Diz coisas tão concretas, confunde minha mente palavras com pouca firmeza, com toda certeza. Certeza de que? Firmeza em que? No amor? Na dor? A sim, falarei da dor com...

Ai Deus

Ai meu deus se eu soubesse expressar o que sinto através do choro sem chorar... Ai meu deus se essa vontade saísse sem que eu medisse esforços... Ai meu deus se o tempo passasse sem que eu passasse por ele...  Ai meu deus se meu coração sentisse tudo que se sentes quando se ama sem precisar amar...  Ai meu deus se minha inspiração escrevesse, se o natural não fosse mais belo, se as águas não fossem cristais, se a lua não iluminasse a escuridão da noite, se o sol não brilhasse em seu nascer e em seu  pôr... Como seriam minhas tardes meu deus se não houvesse uma manhã?? E de minha noite deus se a tarde por mim não passasse ?? Seria eu diferente, se todos ao meu redor fossem iguais?? Como destacaria esse meu amor? essa minha paixão ?? Ai meu deus se não sofresse pra compreender que o amar é fazer uma viagem sem destino e que nos encaminha a rumos que nem sempre esteve em nosso pensar... Ai meu deus se a felicidade batesse na porta todos os dias pedindo...