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Mostrando postagens de março, 2015

Noite sombria

Perco o sono, a muito tempo não acontecia, as cadências me ludibriam, fico toda a madrugada pairando como sombra no ar, sofrendo as dores do silencio,  sofrendo a calmaria do ar. Escrevo e o tempo passa, conto as magoas que me trouxera acordar, conto as tristezas que despertastes em certo olhar. Passam-se as horas e o tempo voa marcando a hora de acordar, o sono pesado e o sonho despertado nas tristezas desse olhar, quão profundo se estar debaixo dos lenções a sonhar e achar que tudo é real, mas nada, nada do que acontecem nessas noites são reais, ilusão de quem acha dormir essa realidade, tão ofuscada e sombria.  Ao velho adeus, saudade de quando era teu.