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Mostrando postagens de abril, 2016

Coração velho

As lagrimas rolam e os sentimentos exigem que eu tome uma decisão rápida, que me afaste da dor. Procuro uma solução mas está tudo escuro, coração velho não para. Peço forças, busco coisas que acalme esculto palavras indicando o que fazer, mas não sei pensar enquanto choro. Peço teu alento, tua direção, me coloque no colo, não tenho com quem dividir, vivo sozinha dentro de me. Vou deixar voar, vou deixar a lágrima rolar. 

O sonho

Quantas vezes me peguei pensando profundamente em você, nesse você tão desconhecido, tão distante dos planos meus. Quantas vezes sonhei acordada, idealizado pensamentos que quase parecia tocá-los, tantas vezes te busquei da imaginação e agora você está aqui tão vivo em mim, tão perto, tão dentro de mim. Sonhei com seu rostinho, com suas mãozinhas, como seria seu cabelo, com quem se pareceria. Quisera eu já te ter em meus braços, quisera eu poder te cantar canções de ninar,  quisera eu perder noites de profundo sono, quisera eu saber pelo menos seu nome. 

Me desculpe o adeus

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Um dia saberás porque te amei demais, e ainda assim foi pouco pra te convencer, se nada fui pra você.  Me perdoa a dor que sinto é profunda, existe uma ferida tão aberta não dar pra enfrentar se quer ver teu olhar, sinto que ja é hora de deixar de sonhar, pesa-me saber que nada fui pra você. O sentimento foi pouco e se acabou, pesa-me saber que nada fui pra você. Tanta doçura, tanta loucura em uma so boca. Foi-Me dado labios para beija-lo, mãos para tocá-lo, pele para senti-lo e mente para deseja-lo. Não me falaram desse adeus, não me disseram nada dessa dor. Participo sozinha dessa peça de teatro, sem palco, sem plateia, sem ator.