Depois de Tudo
Quanta falta me fazes agora...
Sinto tão distante a águia que me leva pra perto te.
Sinto que nada está perfeito sem você aqui.
Às vezes paro no ar e fico a imaginar...
Como tudo seria tão mais fácil da forma como imaginamos.
Olho para o céu agora, vejo como tudo está no seu lugar de costume,
Tudo tão normal...
A falta que fazes está aqui.
Que se dane o que sentes,
Nem todo mundo se importa.
As pessoas sentem falta, mais ninguém reclama.
Loucuras que surgem só aqui...
Loucuras que penso só aqui.
Dentro do ambiente fechado,
Lacrado, impossível de ser quebrado.
Sentimentos não-proclamados, calados
Frios, sóbrios, ninguém sente assim.
Ninguém seria capaz de tanto.
Assuntos assim nem se comentam...
Poucos se assustam quem nada conhece,
Normal de mais...
Ninguém entende,
Quando não sabe o que se passa nas cabeças loucas,
Tomadas pela insanidade, frias, afligida pela maldade.
Tudo sempre assim...
Passaste por me, e feriu, quem nem te viu passar.
Depois sumiu, como um pecador perdoado do seu pecado.
Saiu, bateu a porta e saiu...
Pouco se importou por quem ficava,
Por quem olhava aos prantos de uma janela.
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