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Mostrando postagens de outubro, 2011

Jornada

Sinto como se não sentisse, como se nada precisasse sentir.   Aquele vento ainda tava tão distante mas sentia mim tocar, e em minha pele sentia um abraço, sentia, eu ainda sentia. Mas passou-se anos, passou-se tempos, descobri tantas novas coisas, descobri que a chuva não cai se as nuvens não passarem por um processo de liquefação, descobri que lágrimas não vertem dos olhos por ja estarem nos olhos e sim porque o seu estado de espírito emocional as levam para lá, descobri que para se ter um amigo é preciso ser amigo, descobri que conhecer pessoas novas não é sair para lugares diferentes sempre, mas é está aberto para receber as pessoas de diferentes lugares. Descobri que depois de um tempo o Sol para de nascer, não porque ele deixa de existir no mundo, mas porque ele passa não existir no seu mundo. Descobir coisas, vi tantas outras, senti em algumas vezes, mas nada mudou o perfume que exalava dos ribeiros, das fontes divinas, bem foi que não mudou, ou não teria...

Razão e Emoção

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Há razões na emoção que a razão desconhece. Não fosse o caso de virar poesia,  o toque é a poesia,  o olhar é a poesia, o abraço é a poesia... Não estava nos planos tudo o que foi. Mas foi. A razão não permite-nos sentir, permite-nos a separação,  a distância... A emoção faze-nos sentir, faze-nos viver, sem pensar no sofrer de longos dias pela a falta, pela dor. Seríamos irresponsáveis demais como fomos, guiados pela emoção, pelo momento, nada foi dito, tudo que precisava foi sentido para saber que não devemos sofrer meio a pouca necessidade...  Devorou e deixou o cheiro do doce perfume de alguém que passou... De quem tocou... De quem sentiu. Sentir, não desejo mais sentir. E despediu-me com aquele olhar louco pra ficar, as palavras ouvidas foram duras, foi de retirada, e se retirou sem muitas vezes pensar, querendo ficar, apressado, mas querendo ficar. Sentir, mim privo de sentir. Ilusões não chegam mais a nós, não se achega a mim. Pois mim privo d...

Não Foi Além dos Passos de um Viajante

Mais uma ida, como suportar...? Essas catástrofes tem sacudido meu eu, tem tocado com grande influência meu ser.. E o que fazer ? Sentimento de mãos atadas, sem nada poder dizer, justo em meio as palavras que revelaria meu pesar, revelaria minha dor, e também minha alegria, alegria que pouco durou, chocada apenas por palavras. Depois desse tempo ruim tenho certeza de que o verão vai chegar, hoje mais do que nunca compreendo os propósitos que tem o Criador em minha vida, E se não fizer errado, acertarei, e não mais mim lamentarei, fechadas ficaram todas as cicatrizes abertas pelo tempo, abertas pela dor. E vejo que aqueles passos do lado na rua de nada valeu, de nada serviu... Meu pensamento apenas calou, andava, conversava e sentia... Sentia muito não poder tocar-te como queria... Contentava-me apenas com o dito, e até com o não-dito, mais contentava-mim. Sonhei e não foi além de um sonho, certeza agora tenho, não passou de um sonho, bom ou ruim, mais que pouquíssimo durou. ...

Pensamento

~~* E tudo não passou de gotas vertidas de um olhar... Todas as cartas, todos os beijos, os abraços, todos os momentos...  Nada seria tão divertido se o destino não nos surpreendesse com essa ausência, o que lembraria?  Não haveria mais nada do que lembrar ~~* Ps : Acho que foi amor.

Algo de mim Ficou lá.

Já faz tanto tempo nesse temporal que nem sei mais o quanto perdi, se eu perdi algo. Estou tentando reencontrar alguma coisa de mim que deixei atrás, sair tão depressa, bati a porta. Erro meu não ter olhado pro que ficava, e  agora tento achar o que mim faz falta. Sinto tão distante tudo de mim, sinto como se não sentisse, como se não mais sentisse. Tudo tão sóbrio e lúcido e nesse momento sinto dores, dores que mim fazem repensar, tudo seria tão diferente se não tivesse ido. A calmaria dos ventos não mais é igual, embora a brisa tenha tocado meu rosto com mais nitidez agora... E a águia, onde está? Porque não mim leva de novo la?  Onde tudo de repente se perdeu, separado pelo que  nem mais sei eu. Tento que mim contentar com a água fria que cai das nuvens, olho pro o céu e sinto como sendo o nove de novembro de um certo tempo, sei que não posso mudar, mais poderia pensar diferente, algo mim faz acreditar que não devo crer, que não devo mais pensar, pensar nessas...