Tino que bate em mim



Volto-me e convenço-me do que falta, Tino que tine a flauta... Toco a canção e sei que escultas de onde estás, penso, e os pensamentos chegam de algum jeito a ti, sei que sabes o que falo, pois pensas também assim..
Pegou-me de forma estranha, boa e estranha.
Tocou-me dum jeito inusitado, algo que que mim faz revogar ausência, porquê agora, por que bate em mim agora, que não estás...
Faz isso comigo, porquê maltratas assim tanto a mim, porquê estás dessa forma, desapercebes de mim..
Não sabe que sofro, óh graça que não tem aqui, quando não estás.
Nesse quarto, quantas paredes, porquê mim encaram assim...?
Volto-me para o lugar de onde parei, e trago uma rosa...
Música que sele nosso amor, nossa paixão.
Diz a mim os versos lindos que se podesse entraria em ti... E dentro de você faríamos do amor o nosso. Te sinto, te sinto como a pluma de tão leve em mim, suave.
Nossa canção ouço mais forte na parte boa da casa, Te ouço cantar, e quando mim deito ouço o dedilhado no velho violão, seus dedos posso ver ao tocar as curvas do meu querido asafe... Vida que surge aqui, poesia que sai de mim.

Distante te ouço ... Sei que estás la, voltarei.




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