Espero-te


O amor chega, aparece inesperadamente, você só sente quando se dispõe sentir...Outrora devesse ele ser lindo, hoje belo como for.
Aconteceu de forma tão inesperada, não achava ser assim, tão longe quis está, mas quanto mais pensava afastar-me, mas mim conduzia a ti minha mente...
Meu coração embaraçava em meus versos, nos versos que escrevi lembrando-te, lembrando da vilinha onde te encontrava,
Minha alma turbava-se na imensidão dos teus olhos, contemplava ao longe, apaixonava-me sem se quer perceber.
Passava por ti e sentia como se ficasse algo de mim, era como se o mundo parasse só pra te olhar.
Declarava-me a ti com meus olhos, e se olhasse veria quão apaixonada sou, a noite sob a luz do luar debruçava-me em meu travesseiro, escorava-me nas demais estrelas do céu,
Encontrar-te em alguma esquina dos sonhos loucos que tinha ao ver-te nas ruas. Tocava no desafinado violão e mesmo sem uma bela melodia sentia como tocando teu coração. Outrora sonhava ludibriada com o temporal que passei, dias e dias chorando orvalhos, adornada em singelos versos que mim fizera esquecer o amor que tive, não ter o feito bonito como deveria ser, e de repente mim vejo curvada
Curvada a esse sentimento alucinante, esperando que mais uma chuva caia sobre mim, que mais um sol raie em um dia nublado, e que em algum estranho momento entres pela porta em que um dia saí.
De longe te avistei, encorajei-me a tocar-te, a encostar-te, e falei desse amor, sem endereços, acreditei que o vento de certo satélite levasse meus versos a ti, entregasse na porta de seu coração, e desde então tenho esperado, mesmo ansiando por tua face ver mim recuo ao limite de minha pouca timidez e agora escrevo-te na esperança que meu anseio passe, que algum dia respostas de ti  esse vento mim traga.

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