O que toca o coração
... Só quem sente pra saber .
As idéias que surgem aqui, os pensamentos, os versos, cada frase, Poucos conseguem ver a beleza do ser existente. Não entendem e ignoram, pra que tê-los ? Pra que tanto sentir se ninguém sente assim, se ninguém reconhece assim. Porquê... Porque assim ?
Cada pensamento que surge do espaço costumado é um mundo. Uma vida, dentro de cada vida uma razão, e razões hoje não tenho para escrever. Escrevo apenas o que sinto, e hoje sinto dores. As dores de cada palavra que afeta a menina moribunda, de uniforme xadrez... Canto uma canção feita pelo nosso ser, nosso eu... E de nada.... Nada vale já que não sentem como você, como eu.
Queria poder ter o que dizer nas horas em que todos se calam, mas se todos se calam porque iria falar, porque ousaria falar, entre versos e versos que surgem desse espaço, da caixa registradora de emoções falar do que há de tão puro não convence a muitos, sei que alguns dirão, mas porque dizer, se de nada vale as palavras... Viro pra te e só o que vejo são olhares expressos, vejo-te perto de mim como algo de que necessitasse tanto, e sinto, tenho essa necessidade. Quiz que fosse meu norte, meu rio, minha fonte espiradora, e queres? queres falar . Não, e talvez não. Mas és, és pra mim alguém assim. Amar-te é o que faz de mim o elo-canto que faz com que eu cante.
Conto da vida que estás perto, e perto estás para que mim conte o teu dia de partir.
Outro dia na noite passada passei por quem estava ao meu lado e não o vejo mais ocupando seu antigo posto, e quão estranho foi pra mim vê-lo como vi... Pensei está sonhando pois já se fazia noite, meu norte mudou, mudou porque apesar de não está mais do meu lado por muito tempo ocupou um espaço bom em mim, a parte que chamo de emoções de alguém, mas esse alguém apenas passou.... E como quem nada queria poderia continuar, mas não, seria desonesto demais com a parte de mim que chamo do que ser, do que ter coração. Sei que esteve por um tempo, e por tempos fez-me chorar risos, mas esse tal alguém mim compreendia, entendia de minha dor, escrevia de minha cor. E se tinha cor não sei, penso que fui a espécie do que chamo de preto em branco, ou preto no brando.
Foi, e veio quem achava ser do futuro e hoje completa meu presente, dá-me muito mais que lindos versos, dá a mim os versos que escrevo, dá-me as canções de ouvir, a melodia de amar.
Melancolia ou não sei que estou aqui, e se vai ouvir de mim não sei, mas quando a nossa canção tocar sei que vai lembrar, lembrar de mim, e dos versos que apaixonada escrevi.
De um certo alguém.
As idéias que surgem aqui, os pensamentos, os versos, cada frase, Poucos conseguem ver a beleza do ser existente. Não entendem e ignoram, pra que tê-los ? Pra que tanto sentir se ninguém sente assim, se ninguém reconhece assim. Porquê... Porque assim ?
Cada pensamento que surge do espaço costumado é um mundo. Uma vida, dentro de cada vida uma razão, e razões hoje não tenho para escrever. Escrevo apenas o que sinto, e hoje sinto dores. As dores de cada palavra que afeta a menina moribunda, de uniforme xadrez... Canto uma canção feita pelo nosso ser, nosso eu... E de nada.... Nada vale já que não sentem como você, como eu.
Queria poder ter o que dizer nas horas em que todos se calam, mas se todos se calam porque iria falar, porque ousaria falar, entre versos e versos que surgem desse espaço, da caixa registradora de emoções falar do que há de tão puro não convence a muitos, sei que alguns dirão, mas porque dizer, se de nada vale as palavras... Viro pra te e só o que vejo são olhares expressos, vejo-te perto de mim como algo de que necessitasse tanto, e sinto, tenho essa necessidade. Quiz que fosse meu norte, meu rio, minha fonte espiradora, e queres? queres falar . Não, e talvez não. Mas és, és pra mim alguém assim. Amar-te é o que faz de mim o elo-canto que faz com que eu cante.
Conto da vida que estás perto, e perto estás para que mim conte o teu dia de partir.
Outro dia na noite passada passei por quem estava ao meu lado e não o vejo mais ocupando seu antigo posto, e quão estranho foi pra mim vê-lo como vi... Pensei está sonhando pois já se fazia noite, meu norte mudou, mudou porque apesar de não está mais do meu lado por muito tempo ocupou um espaço bom em mim, a parte que chamo de emoções de alguém, mas esse alguém apenas passou.... E como quem nada queria poderia continuar, mas não, seria desonesto demais com a parte de mim que chamo do que ser, do que ter coração. Sei que esteve por um tempo, e por tempos fez-me chorar risos, mas esse tal alguém mim compreendia, entendia de minha dor, escrevia de minha cor. E se tinha cor não sei, penso que fui a espécie do que chamo de preto em branco, ou preto no brando.
Foi, e veio quem achava ser do futuro e hoje completa meu presente, dá-me muito mais que lindos versos, dá a mim os versos que escrevo, dá-me as canções de ouvir, a melodia de amar.
Melancolia ou não sei que estou aqui, e se vai ouvir de mim não sei, mas quando a nossa canção tocar sei que vai lembrar, lembrar de mim, e dos versos que apaixonada escrevi.
De um certo alguém.

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